ip.ia · Cadeia de leitura DUA · Linhagem dos instrumentos
Uma linhagem de leitura
Uma raiz, dois instrumentos. O framework do CAST fundamenta a leitura da aula observada; essa leitura é adaptada para a leitura do plano de trabalho docente. Cada elo preserva os três princípios do Desenho Universal para a Aprendizagem e muda apenas o objeto que examina.
Elos3
Escala comum0 · 1 · 2 · 3
Marco teóricoCAST UDL 2.2
EnquadramentoFormativo, não classificatório
01 · A cadeia, elo a elo
Três colunas, os mesmos três princípios.
Cada coluna lê um objeto diferente; as linhas correspondem entre si. A cor identifica o princípio e é a mesma nas três abas deste documento.
origem
Matriz CAST
O framework de referência do DUA
v2.2 (2018) · 3 princípios · 9 diretrizes · 31 pontos de checagem
RepresentaçãoPercepção · Linguagem e símbolos · Compreensão
EngajamentoRecrutar interesse · Sustentar esforço e persistência · Autorregulação
observação
ip.ia aula
Lê o que acontece na aula, em tempo real
25 itens · 4 níveis · recorte com teste de campo do UDL-OMT (42 itens)
RepresentaçãoItens 01 – 09 · representação e apresentação de conteúdo
Ação & ExpressãoItens 10 – 16 · expressões de entendimento
EngajamentoItens 17 – 25 · atividades e engajamento
planejamento
ip.ia plano
Lê o que o plano desenha como possibilidade
10 itens · 4 níveis · condensa os 25 da ip.ia aula
RepresentaçãoP1 · P2 · P3
Ação & ExpressãoP4 · P5 · P6
EngajamentoP7 · P8 · P9 · P10
02 · O que muda em cada tradução
Do princípio ao observável; do observável ao planejável.
CAST → ip.ia aula
Cada diretriz abstrata vira um ou mais itens que se pode observar numa sala de aula. A pergunta passa de “o que é DUA?” para “o que eu veria se o DUA estivesse acontecendo aqui?”.
ip.ia aula → ip.ia plano
Os itens observáveis são reformulados para o que um plano pode prever. Como um documento não age, a escala é relida: mede-se a intenção desenhada, não o comportamento. Os 25 itens condensam-se em 10.
03 · A escala de quatro níveis
Uma escala, dois objetos.
Os níveis têm o mesmo nome nos dois instrumentos. O que muda é o que cada um observa.
0
Ausente
na aula
o princípio não aparece na aula
no plano
o plano não prevê o princípio
1
Incipiente
na aula
aparece de forma pontual, ou o recurso existe no ambiente e não é usado
no plano
citado em orientação geral, sem ancorar em atividades
2
Integrado
na aula
ocorre de forma consistente, com duas ou mais vias em uso
no plano
previsto e recorrente nas atividades, com alternativas
3
Estrutural
na aula
acontece de forma dinâmica, com o estudante no controle
no plano
é o caminho padrão: nos critérios de avaliação e sustentado ao longo da UC
ip.ia · Leitura da aula observada · Versão portuguesa
ip.ia aula — leitura do DUA na aula observada
Ferramenta de leitura do Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA / UDL) em aulas. Apresenta primeiro a matriz CAST que dá origem ao instrumento e, em seguida, os 25 itens em três seções — cada um com sua rubrica de quatro níveis para a leitura da prática observada.
Itens e escala adaptados de Basham, J. D., Gardner, J. E., & Smith, S. J. (2020). Measuring the Implementation of UDL in Classrooms and Schools: Initial Field Test Results. Remedial and Special Education. DOI 10.1177/0741932520908015. As rubricas item a item são proposta original do ip.ia — o artigo não as publica. Preparada no âmbito do projeto ip.ia, em parceria com o Sesc-RJ.
Itens25 itens · 3 de 4 seções
Níveis de leitura0 · 1 · 2 · 3
Marco teóricoCAST UDL 2.2
Aplicação ip.iaObservação automatizada + revisão humana
O que vem do artigo e o que é do ip.ia
Basham propõe os itens e a escala. As rubricas item a item são deste projeto.
Herdado. O UDL Observation Measurement Tool (UDL-OMT) tem 42 itens em quatro seções. O artigo de 2020 relata o teste de campo de três delas — representação de conteúdo (9 itens), expressão de entendimento (7) e atividade e engajamento (9). A ip.ia aula adota exatamente esse recorte de 25 itens, por ser o que tem evidência publicada; a quarta seção, de abertura de conteúdo novo (6 itens), ficou fora do teste de campo e fora daqui. Também é herdada a escala de quatro níveis e a descrição geral do que cada nível significa (Tabela 2 do artigo).
Autoral do ip.ia. O artigo descreve os quatro níveis uma vez, para o instrumento inteiro. Não publica rubrica por item. Os 100 descritores que este documento apresenta — o que caracteriza cada nível em cada item — são proposta original do projeto, assim como a tradução dos itens para o português e a reancoragem de cada um na matriz CAST.
O que isso implica para a leitura dos números. Os índices de confiabilidade do artigo (α > .90 no conjunto dos 25 itens; ICC ≥ 0,51) foram obtidos com o instrumento em inglês, pontuado a partir da descrição geral dos níveis, por dois observadores especialistas em 11 salas de aula. Descrever cada nível item a item cria uma operacionalização nova — que se espera mais reprodutível, mas que não é a que foi testada. A ip.ia aula não reivindica as propriedades métricas do UDL-OMT. A concordância entre leitores deste instrumento será estabelecida nas leituras pareadas do próprio piloto; até lá, os escores valem como insumo formativo, não como medida validada.
00 · A matriz CAST e sua operacionalização
Da matriz CAST aos itens da ip.ia aula.
O DUA / UDL é organizado pela CAST em uma matriz 3×3 — três princípios (Engajamento, Representação, Ação & Expressão) e três níveis de profundidade (Acesso, Construção, Internalização) — que se desdobram em 9 diretrizes e 31 pontos de checagem. A ip.ia aula opera essa matriz transformando cada diretriz observável em itens de leitura específicos para o contexto de uma aula. A matriz abaixo apresenta a versão 2.2 da CAST (sobre a qual o UDL-OMT foi construído), com os itens deste documento conectados às respectivas diretrizes.
Nota sobre versões. O UDL-OMT (Basham et al., 2020) foi desenvolvido sobre a versão 2.2 das diretrizes CAST (2018) — por isso a numeração das diretrizes (G1–G9) e dos pontos de checagem refletida nos itens segue essa versão. (O texto do artigo escreve “UDL Guidelines 2.0”, mas cita CAST 2018, que é a 2.2; adotamos a 2.2 por ser a versão efetivamente referenciada.) A CAST publicou em 2024 a versão 3.0, com renomeação e reorganização parciais. Para fins desta ferramenta, mantemos a 2.2 — migrar para a 3.0 é uma decisão futura do projeto, não um pressuposto desta cadeia.
Princípio · Engajamento
Princípio · Representação
Princípio · Ação & Expressão
Nível
Acesso
Recursos para acolher e oferecer alternativas de percepção e interação
G7Recrutar interesse
7.1 Otimize a escolha individual e a autonomia
7.2 Otimize a relevância, o valor e a autenticidade
Cada diretriz da matriz CAST é traduzida em um ou mais itens observáveis de aula. As próximas seções apresentam esses 25 itens com suas rubricas.
Por exemplo, a Diretriz G2 (Linguagem e Símbolos) gera quatro itens diferentes — itens 4, 7, 8 e 9 — cada um observando um aspecto distinto dessa diretriz na aula. A Diretriz G6 (Funções Executivas) é a mais ramificada, originando cinco itens: 14, 15, 16, 20 e 24. Outras diretrizes geram apenas um item, conforme a economia do instrumento. Os números nas tags acima são clicáveis e levam diretamente ao item correspondente.
Como as pastilhas são geradas. Cada item exibe a diretriz e os pontos de checagem que a Tabela 1 do artigo lhe atribui, e as pastilhas desta matriz são derivadas dessas tags — nenhuma é atribuída à mão. Duas atribuições da fonte merecem registro, porque a grade as torna visíveis: o item 19 é marcado no artigo como G8 · C7.3, embora o ponto 7.3 pertença à diretriz G7; e o item 13 é ancorado em G3 · C3.2 (“destacar padrões e grandes ideias”), quando descreve andaimes de raciocínio. Mantivemos as duas atribuições como estão na fonte e registramos a divergência aqui, em vez de corrigir o artigo em silêncio.
Os quatro níveis da rubrica
A escala vai de evidência ausente a desenho dinâmico — as cores refletem o gradiente formativo, da configuração que ainda não realiza DUA até aquela em que o desenho é interativo e centrado no estudante. Os quatro níveis têm o mesmo nome nos dois instrumentos — o que muda é o objeto a que se aplicam: a aula demonstra ocorrência, o plano desenha possibilidade. No artigo de origem, os níveis são nomeados pelo comportamento observado: sem evidência de DUA, evidência incompleta, DUA está ocorrendo e DUA dinâmico e interativo (Tabela 2). A tradução para ausente · incipiente · integrado · estrutural é do ip.ia, e vale para a cadeia inteira.
0
Ausente
1
Incipiente
2
Integrado
3
Estrutural
Seção A · Itens 1 – 9 · Princípio: Representação
Representação e Apresentação de Conteúdo
Como o conteúdo é representado e apresentado para múltiplas formas de acesso
01
A apresentação das informações possibilita personalização
G1 · 1.1
0Ausente
Sem opções de personalização — As informações são apresentadas em um formato único e fixo. Todos os estudantes recebem exibições visuais, tamanhos de texto, layouts e formatação idênticos. Não há ajustes disponíveis para tamanho da fonte, contraste de cor, espaçamento ou arranjos visuais alternativos. Os materiais são "tamanho único" sem considerar necessidades visuais ou perceptivas individuais.
1Incipiente
Personalização limitada disponível, mas não utilizada — Ferramentas ou opções de personalização estão presentes no ambiente (por exemplo, tamanhos de fonte ajustáveis em materiais digitais, formatos alternativos disponíveis), mas os estudantes não são informados sobre essas opções nem orientados a usá-las. O professor não faz referência nem demonstra recursos de personalização que possam atender às necessidades de percepção de diferentes estudantes.
2Integrado
Opções básicas de personalização fornecidas — Os estudantes têm pelo menos duas formas diferentes de acessar as mesmas informações (por exemplo, folhas impressas bem como versões digitais, fonte padrão e opções de letra grande). No entanto, as opções de personalização são geralmente estáticas e tradicionais (por exemplo, simplesmente oferecer letras grandes além de impressões comuns). Os estudantes dependem fortemente da orientação dos professores para acessar formatos alternativos, em vez de terem controle autônomo sobre a personalização.
3Estrutural
Personalização abrangente com controle do estudante — Os estudantes têm acesso a múltiplas opções interativas de personalização para exibição de informações. Os estudantes podem ajustar de forma independente tamanhos de fonte, cores de fundo, níveis de contraste, espaçamento, arranjos de layout e ênfase visual. Ferramentas digitais permitem personalização em tempo real que os estudantes podem modificar de acordo com suas necessidades e preferências atuais. A personalização suporta toda a variabilidade do aprendiz no processamento visual e perceptivo.
02
A instrução oferece alternativas à informação visual
G1 · 1.3
0Ausente
Sem alternativas para a informação visual
- Todo o conteúdo instrucional depende exclusivamente de recursos visuais (texto, imagens, gráficos, vídeos), sem opções não visuais.
- Estudantes que não conseguem acessar informação visual ou têm dificuldades de processamento visual não recebem meios alternativos para acessar o mesmo conteúdo.
- A informação é apresentada exclusivamente em formatos dependentes da visão.
1Incipiente
Formatos alternativos existem, mas são subutilizados
- Alternativas não visuais estão disponíveis no ambiente (por exemplo, descrições em áudio, materiais táteis, explicações verbais), mas não são explicitamente oferecidas nem integradas à instrução.
- A pessoa docente pode desconhecer as opções de formatos alternativos ou deixar de torná-las acessíveis a estudantes que poderiam se beneficiar delas.
2Integrado
Alternativas básicas para informação visual são fornecidas
- Os estudantes recebem pelo menos duas modalidades diferentes para acessar a mesma informação (por exemplo, gráficos visuais acompanhados de descrições verbais, imagens com narração em áudio).
- No entanto, as alternativas são, em geral, estáticas e tradicionais.
- Os estudantes dependem da orientação da pessoa docente para acessar os formatos não visuais, em vez de terem escolha autônoma entre múltiplas modalidades.
3Estrutural
Alternativas multimodais abrangentes com controle do aprendiz
- Os estudantes têm acesso autônomo a múltiplas alternativas interativas à informação visual.
- O conteúdo está simultaneamente disponível por modalidades visuais, auditivas e táteis.
- Os estudantes podem escolher e alternar independentemente entre diferentes canais sensoriais conforme suas preferências e necessidades.
- As alternativas são dinâmicas, personalizáveis e apoiam de forma eficiente toda a variabilidade de aprendizagem no processamento visual.
03
A instrução fornece alternativas para informações auditivas
G1 · 1.2
0Ausente
Sem alternativas à informação auditiva — Todo o conteúdo instrucional depende exclusivamente da apresentação auditiva (instruções verbais, gravações de áudio, explicações faladas), sem opções visuais ou táteis fornecidas. Estudantes que não conseguem acessar informações auditivas ou têm dificuldades de processamento auditivo não recebem meios alternativos para acessar o mesmo conteúdo. As informações são apresentadas exclusivamente por meio de formatos dependentes da audição.
1Incipiente
Existem formatos alternativos, mas são subutilizados — Alternativas visuais ou táteis estão disponíveis no ambiente (por exemplo, legendas, transcrições escritas, pistas visuais), mas não são explicitamente oferecidas ou integradas à instrução. O professor pode não estar ciente das opções alternativas de formato ou não torná-las acessíveis aos estudantes que poderiam se beneficiar delas.
2Integrado
Alternativas básicas às informações auditivas fornecidas — Os aprendizes recebem pelo menos duas modalidades diferentes para acessar as mesmas informações (por exemplo, instruções faladas mais texto escrito, conteúdo áudio com resumos visuais). No entanto, as alternativas são geralmente estáticas e tradicionais. Os estudantes dependem da orientação do professor para acessar formatos não auditivos, em vez de terem escolha autônoma entre múltiplas modalidades.
3Estrutural
Alternativas multimodais abrangentes com controle do estudante — Os estudantes têm acesso autônomo a múltiplas alternativas interativas à informação auditiva. O conteúdo está simultaneamente disponível por meio de modalidades visuais, táteis e sinestésicas. Os estudantes podem escolher e alternar de forma independente entre diferentes canais sensoriais de acordo com suas preferências e necessidades. As alternativas são dinâmicas, personalizáveis e apoiam de forma eficiente toda a variabilidade do estudante no processamento auditivo.
04
Fornece opções para múltiplos idiomas
G2 · 2.4
0Ausente
Apenas idioma único— Todo o conteúdo instrucional é apresentado exclusivamente em um idioma dominante, sem suporte para estudantes que falam outros idiomas ou estão desenvolvendo proficiência na língua instrucional. Não são fornecidos traduções, recursos bilíngues ou suportes linguísticos. Espera-se que estudantes multilíngues acessem todo o conteúdo do idioma dominante sem alternativas ou materiais de apoio.
1Incipiente
Existem recursos em múltiplos idiomas, mas são subutilizados — ferramentas de tradução, materiais bilíngues ou recursos multilíngues estão disponíveis no ambiente, mas não são explicitamente oferecidos ou integrados à instrução. O professor pode não estar ciente das opções de apoio linguístico ou não conseguiu torná-las acessíveis a estudantes multilíngues que poderiam se beneficiar delas.
2Integrado
Suportes básicos de múltiplos idiomas fornecidos — Os estudantes recebem pelo menos duas opções de idiomas ou suportes básicos de idioma (por exemplo, vocabulário-chave em línguas domésticas, traduções simples, glossários bilíngues). No entanto, os suportes à linguagem geralmente são estáticos e limitados em escopo. Estudantes multilíngues dependem da orientação do professor para acessar alternativas linguísticas, em vez de terem escolha autônoma entre múltiplas opções linguísticas.
3Estrutural
Suporte multilíngue abrangente com controle do estudante — Os estudantes têm acesso autônomo a múltiplas opções e suportes interativos de idiomas. O conteúdo está disponível em múltiplos idiomas ou com uma estrutura linguística abrangente. Os estudantes podem escolher e alternar entre apoios linguísticos de forma independente, de acordo com seus níveis de proficiência e preferências. As opções de idioma são dinâmicas, culturalmente responsivas e suportam de forma eficiente toda a variabilidade linguística do aprendiz.
05
Apoia múltiplos níveis de compreensão de conteúdo (por exemplo, iniciante, intermediário ou especialista)
G3 · 3.1 + 3.3
0Ausente
Apenas um nível de complexidade — Todo o conteúdo instrucional é apresentado em um nível uniforme de complexidade e profundidade. Todos os estudantes devem se envolver com conteúdo idêntico, independentemente de seu conhecimento prévio, experiência ou nível de prontidão. Não são fornecidos andaimes, suporte em termos de pré-requisitos ou extensões para proficiência avançada. O conteúdo pressupõe que todos os estudantes tenham o mesmo conhecimento prévio e necessidades de aprendizagem.
1Incipiente
Existem múltiplos níveis de complexidade, mas são subutilizados — Materiais ou recursos em diferentes níveis de complexidade estão disponíveis no ambiente (por exemplo, textos nivelados, trabalhos em níveis crescentes, materiais suplementares), mas não são explicitamente oferecidos ou integrados à instrução. O professor pode não estar ciente das opções de diferenciação ou não consegue adaptar a complexidade do conteúdo às necessidades individuais do aprendiz.
2Integrado
Níveis básicos múltiplos de complexidade fornecidos — Os aprendizes recebem pelo menos dois níveis diferentes de complexidade de conteúdo (por exemplo, versões simplificadas e padrão, materiais básicos e avançados). No entanto, as opções de complexidade geralmente são estáticas e predeterminadas. Os estudantes dependem da orientação do professor para acessar níveis de complexidade apropriados, em vez de terem escolha autônoma entre múltiplas opções com base em sua compreensão e preparo.
3Estrutural
UDL dinâmico e interativo. Conteúdo multinível com controle do estudante — Os estudantes têm acesso autônomo a múltiplos níveis interativos de complexidade de conteúdo. Os materiais fornecem caminhos claros do iniciante ao entendimento especializado com progressão em andaimes. Os estudantes podem escolher e ajustar os níveis de complexidade de forma independente com base em seu entendimento atual, conhecimento prévio e objetivos de aprendizagem. Os níveis de conteúdo são dinâmicos, adaptativos e apoiam de forma eficiente toda a variabilidade dos estudantes em termos de conhecimento prévio e proficiência.
06
Apoia a compreensão de relacionamentos entre disciplinas, contextos ou conceitos
G3 · 3.2
0Ausente
Apresentação de conteúdo isolada — Todo o conteúdo instrucional é apresentado isoladamente dentro de uma única disciplina ou contexto, sem conexões com outras disciplinas, contextos ou conceitos. A informação é compartimentada e os estudantes não têm apoio para ver relacionamentos, padrões ou princípios transferíveis entre diferentes domínios. O conteúdo permanece desconectado de aplicações mais amplas ou de entendimentos interdisciplinares.
1Incipiente
Existem oportunidades de conexão, mas são subaproveitadas — Materiais, recursos ou elementos curriculares que poderiam apoiar conexões interdisciplinares estão disponíveis no ambiente, mas não são explicitamente destacados ou integrados ao ensino. O professor pode não estar ciente das possibilidades interdisciplinares ou não apoiar os estudantes a reconhecerem relacionamentos entre disciplinas, ambientes ou conceitos.
2Integrado
Conexões básicas entre domínios fornecidas— Os estudantes são explicitamente apresentados a pelo menos algumas conexões entre o conteúdo atual e outras disciplinas, contextos do mundo real ou conceitos relacionados. No entanto, as conexões geralmente são direcionadas pelo professor e limitadas em escopo. Os estudantes dependem da orientação do educador para reconhecer relacionamentos, em vez de desenvolver habilidades autônomas para identificar padrões e conexões entre domínios.
3Estrutural
Conexões interdisciplinares abrangentes com autonomia doestudante — Os estudantes são sistematicamente apoiados para identificar e explorar múltiplas conexões entre disciplinas, contextos e conceitos. Os estudantes podem reconhecer padrões de forma independente, transferir princípios e aplicar o aprendizado em contextos diversos. As conexões são dinâmicas, extensas e apoiam eficientemente os aprendizes na construção de um entendimento coerente e transferível que abrange múltiplos domínios e aplicações do mundo real.
07
Esclarece vocabulário, símbolos e jargão específicos do conteúdo
G2 · 2.1 + 2.3
0Ausente
Ausência de esclarecimentos sobre linguagem especializada — Vocabulário, símbolos e jargões específicos de conteúdo são usados sem explicação, definição ou suporte. Espera-se que os estudantes compreendam termos técnicos, linguagem acadêmica e símbolos especializados sem discussão prévia. Nenhuma adaptação é feita para estudantes que possam não estar familiarizados com convenções linguísticas específicas de domínio ou representações simbólicas.
1Incipiente
Recursos de esclarecimento existem, mas são subutilizados — Glossários, tabelas de símbolos, suportes de vocabulário ou ferramentas de definição estão disponíveis no ambiente, mas não são explicitamente mobilizados ou integrados à instrução. O professor pode não estar ciente da necessidade dos estufdantes de apoio ao vocabulário ou não utilizar recursos disponíveis que possam esclarecer linguagem e símbolos especializados.
2Integrado
Esclarecimento básico de vocabulário e símbolos — Os estudantes recebem definições e explicações explícitas para pelo menos algum vocabulário, símbolos e jargão específicos do conteúdo. No entanto, a esclarecimento geralmente é direcionado pelo professor e limitado em escopo. Os estudantes dependem da orientação do educador para acessar apoios de vocabulário, em vez de possuir ferramentas e estratégias autônomas para entender linguagem e símbolos especializados.
3Estrutural
Apoio abrangente ao vocabulário e aos símbolos com controle do aprendiz — Os aprendizes têm acesso autônomo a múltiplas ferramentas e estratégias interativas para esclarecer vocabulário, símbolos e jargões específicos do conteúdo. Os estudantes podem acessar definições, representações alternativas e suportes contextuais de forma independente. A clarificação do vocabulário é dinâmica, multimodal e apoia de forma eficiente toda a variabilidade do aprendiz na familiaridade com a linguagem e os símbolos.
08
Esclarece a sintaxe e a estrutura baseadas em conteúdo
G2 · 2.2
0Ausente
Nenhuma esclarecimento sobre sintaxe e estrutura — Sintaxe baseada em conteúdo, estruturas organizacionais e convenções de formatação são apresentadas sem explicação ou apoio. Espera-se que os estudantes compreendam estruturas complexas de frases, expressões matemáticas, fórmulas científicas, padrões de organização do texto e formatação disciplinar sem necessidade de andaimes. Não é fornecida orientação para navegar ou interpretar elementos estruturais do conteúdo.
1Incipiente
Recursos para esclarecimento estrutural existem, mas são subutilizados — Organizadores gráficos, guias estruturais, referências sintáticas ou ferramentas de suporte organizacional estão disponíveis no ambiente, mas não são explicitamente mobilizados ou integrados à instrução. O professor pode não estar ciente da necessidade dos estudantes por suporte estrutural ou não utilizar recursos disponíveis que possam esclarecer a sintaxe e os padrões organizacionais.
2Integrado
Esclarecimento básico de sintaxe e estrutura — Os estudantes recebem instruções explícitas sobre pelo menos alguma sintaxe baseada em conteúdo, estruturas organizacionais ou convenções de formatação. No entanto, a esclarecimento estrutural geralmente é direcionada pelo professor e limitada em escopo. Os estudantes dependem da orientação dos educadores para entender a sintaxe e a estrutura, em vez de desenvolverem ferramentas e estratégias autônomas para navegar por padrões organizacionais complexos.
3Estrutural
Sintaxe e estrutura abrangentes apoiam o controle do estudante — Os estudantes têm acesso autônomo a múltiplas ferramentas e estratégias interativas para entender a sintaxe baseada em conteúdo e os elementos estruturais. Os estudantes podem acessar de forma independente guias estruturados, modelos organizacionais e suportes para esclarecimento de sintaxe. A clarificação estrutural é dinâmica, multimodal e apoia de forma eficiente toda a gama de variabilidade do aprendiz no processamento de padrões organizacionais e sintáticos complexos.
09
Destaca opções para esclarecimento autodirigido de vocabulário e símbolos
G2 · 2.1 + 2.3
0Ausente
Sem opções de suporte vocabular — Os estudantes não têm acesso a ferramentas ou estratégias independentes para esclarecer vocabulário e símbolos. Os estudantes devem confiar inteiramente na explicação do professor ou permanecerem confusos ao encontrar termos ou símbolos desconhecidos. Não há recursos, ferramentas ou estratégias disponíveis para esclarecimento autônomo do vocabulário, deixando os estudantes dependentes de apoio externo para entender uma linguagem especializada.
1Incipiente
Ferramentas autodirigidas existem, mas não são destacadas ou acessíveis — Ferramentas independentes de esclarecimento de vocabulário, recursos ou estratégias estão presentes no ambiente, mas os estudantes não são informados sobre elas nem ensinados a usá-las de forma eficaz. As opções autodirigidas disponíveis permanecem sem uso porque os estudantes não sabem que elas existem ou não contam com habilidades para acessá-las de forma autônoma.
2Integrado
Opções básicas de vocabulário autodirigido fornecidas e destacadas— Os aprendizes são informados e têm acesso a pelo menos algumas ferramentas e estratégias para esclarecer vocabulário e símbolos de forma independente. No entanto, as opções autodirigidas geralmente são simples e limitadas em escopo. Os estudantes utilizam apoios básicos de vocabulário autônomo com algumas orientações do professor sobre quando e como acessar esses recursos.
3Estrutural
Vocabulário autodirigido abrangente apoia total autonomia do aprendiz — Os estudantes têm acesso autônomo a múltiplas ferramentas e estratégias para esclarecer vocabulário e símbolos de forma independente. Os estudantes podem usar de forma fluida e eficiente diversos métodos de esclarecimento autodirigidos, baseados em suas necessidades e preferências. Os apoios de vocabulário autodirigidos são abrangentes, interativos e totalmente integrados ao ambiente de aprendizagem.
Seção B · Itens 10 – 16 · Princípio: Ação e Expressão
Expressões de Entendimento
Como os estudantes podem expressar o que compreenderam
10
Permite que os estudantes expressem entendimento de várias maneiras
G5 · 5.1 + 5.2 + 5.3
0Ausente
Formato de expressão única exigido— Todos os estudantes devem expressar seu entendimento por meio de formatos e métodos idênticos. Não são oferecidas alternativas para demonstrar conhecimento, e os estudantes devem usar o mesmo modo de expressão, independentemente de seus pontos fortes, preferências ou necessidades de acessibilidade. A aprendizagem é avaliada por meio de expectativas uniformes da respeito de produções e resultados pedagógicos, sem considerar capacidades de expressão diversas.
1Incipiente
Existem alternativas de expressão, mas não são oferecidas — Múltiplas ferramentas, tecnologias ou formatos para expressar compreensão estão disponíveis no ambiente, mas os aprendizes não recebem escolhas nem conseguem conhecer alternativas de expressão. Recursos que poderiam apoiar modos de expressão diversos permanecem inutilizados, e os estudantes não são incentivados a demonstrar compreensão por meio de diferentes formatos.
2Integrado
Opções básicas de expressão fornecidas— Os estudantes recebem pelo menos duas formas diferentes de expressar sua compreensão do conteúdo. No entanto, as opções de expressão geralmente são predeterminadas pelo professor e limitadas em escopo. Os estudantes têm alguma escolha sobre como demonstram conhecimento, mas as alternativas geralmente são simples e exigem orientação do professor para seleção e implementação.
3Estrutural
Opções abrangentes de expressão com total autonomia do aprendiz— Os estudantes têm acesso autônomo a múltiplas opções sofisticadas para expressar seu entendimento. Os estudantes podem escolher e combinar de forma independente vários modos de expressão com base em seus pontos fortes, preferências e a natureza do conteúdo. As opções de expressão são abrangentes, flexíveis e apoiam de forma eficiente toda a variabilidade do estudante na comunicação e demonstração do conhecimento.
11
Oferece acesso a uma variedade de ferramentas e/ou tecnologias para que os estudantes expressem seu entendimento
G4 · 4.1 + 4.2
0Ausente
Formato de expressão única exigido— Todos os aprendizes devem expressar seu entendimento por meio de formatos e métodos idênticos. Não são oferecidas alternativas para demonstrar conhecimento, e os estudantes devem usar o mesmo modo de expressão, independentemente de seus pontos fortes, preferências ou necessidades de acessibilidade. A aprendizagem é avaliada por meio de expectativas uniformes a respeito de produções do estudante, sem considerar capacidades de expressão diversas.
1Incipiente
Existem alternativas de expressão, mas não são oferecidas — Múltiplas ferramentas, tecnologias ou formatos para expressar compreensão estão disponíveis no ambiente, mas os aprendizes não têm escolhas nem são informados sobre alternativas de expressão. Recursos que poderiam apoiar modos de expressão diversos permanecem inutilizados, e os estudantes não são incentivados a demonstrar compreensão por meio de diferentes formatos.
2Integrado
Opções básicas de expressão fornecidas— Os aprendizes recebem pelo menos duas formas diferentes de expressar sua compreensão do conteúdo. No entanto, as opções de expressão geralmente são predeterminadas pelo professor e limitadas em escopo. Os estudantes têm alguma escolha sobre como demonstram conhecimento, mas as alternativas geralmente são simples e exigem orientação do professor para seleção e implementação.
3Estrutural
Opções abrangentes de expressão com total autonomia do aprendiz— Os aprendizes têm acesso autônomo a múltiplas opções sofisticadas para expressar seu entendimento. Os estudantes podem escolher e combinar de forma independente vários modos de expressão com base em seus pontos fortes, preferências e a natureza do conteúdo. As opções de expressão são abrangentes, flexíveis e apoiam de forma eficiente toda a variabilidade do estudantes na comunicação e demonstração do conhecimento.
12
Desenvolve competências no uso de múltiplas opções para que estudantes expressem seu entendimento
G5 · 5.3
0Ausente
Ferramentas/tecnologias limitadas ou nenhuma disponível — Os estudantes têm acesso apenas a ferramentas básicas e tradicionais para expressar entendimento (por exemplo, apenas lápis e papel). Não há tecnologias digitais, ferramentas adaptativas ou dispositivos de expressão alternativa disponíveis ou acessíveis aos estudantes. Estudantes com diferentes capacidades físicas ou necessidades de expressão não têm ferramentas alternativas para apoiar sua demonstração de conhecimento.
1Incipiente
Existem ferramentas e tecnologias, mas o acesso é restrito — Uma variedade de ferramentas e tecnologias de expressão está presente no ambiente, mas os estudantes não têm acesso a elas ou desconhecem sua disponibilidade. Dispositivos, softwares e tecnologias adaptativas existem, mas permanecem sem uso para expressão estudantil, ou o acesso é limitado apenas a estudantes ou circunstâncias específicas.
2Integrado
Variedade básica de ferramentas e tecnologias acessíveis — Os estudantes têm acesso a pelo menos algumas ferramentas e tecnologias diferentes para expressar seu entendimento além dos métodos tradicionais. No entanto, a seleção de ferramentas geralmente é orientada pelo professor e as opções são um pouco limitadas. Os estudantes utilizam ferramentas e tecnologias alternativas com orientação e apoio, mas o acesso pode não ser consistente ou abrangente.
3Estrutural
Ferramentas e tecnologias abrangentes com total acessibilidade— Os estudantes têm acesso autônomo e consistente a uma grande variedade de ferramentas e tecnologias para expressar seu entendimento. Os estudantes podem selecionar e usar ferramentas adequadas de forma independente, com base em suas necessidades, preferências e na natureza da tarefa de expressão. As ferramentas e tecnologias são integradas de forma fluida, acessíveis a todos os aprendizes e suportam toda a gama de capacidades físicas e de expressão.
13
Oferece intencionalmente apoio para as habilidades de resolução de problemas e pensamento crítico dos estudantes
G3 · 3.2
0Ausente
Nenhum desenvolvimento de competências para opções de expressão — Os estudantes não aprendem a usar diferentes métodos ou ferramentas de expressão de forma eficaz. Não há instrução, prática ou desenvolvimento de habilidades para formas alternativas de expressar compreensão. Espera-se que os estudantes demonstrem conhecimento usando métodos familiares, sem desenvolver fluência em modalidades de múltiplas expressões ou melhorar suas competências de comunicação.
1Incipiente
Existem oportunidades de desenvolvimento de habilidades de expressão, mas não são utilizadas — Recursos, ferramentas e oportunidades para desenvolver competências de expressão estão disponíveis no ambiente, mas os estudantes não recebem instrução explícita ou prática guiada para usar múltiplas opções de expressão de forma eficaz. O potencial para desenvolvimento de habilidades existe, mas não é realizado por meio do desenvolvimento sistemático de competências.
2Integrado
Desenvolvimento básico de competências para múltiplas opções de expressão — Os estudantes recebem alguma instrução explícita e prática guiada usando pelo menos duas formas diferentes de expressar seu entendimento. No entanto, o desenvolvimento de competências geralmente é dirigido pelo professor e limitado em escopo. Os estudantes desenvolvem habilidades básicas em métodos de expressão alternativa com apoio, mas o desenvolvimento de habilidades não é abrangente nem totalmente integrado entre contextos de aprendizagem.
3Estrutural
Desenvolvimento abrangente de competências com apoio para diferentes níveis de proficiência e agência estudantil — Os estudantes recebem instrução e prática sistemática e em diferentes níveis de proficiência em modalidades de múltiplas expressões. Os estudantes desenvolvem competências sofisticadas em diversas opções de expressão por meio de experiências de aprendizagem estruturadas. Os estudantes podem selecionar e usar métodos múltiplos de expressão de forma independente, continuando a desenvolver e aprimorar suas competências de comunicação de forma autônoma em contextos diversos.
14
Oferece opções que orientam os estudantes a planejar, desenvolver estratégias e/ou estabelecer objetivos que promovam a expressão de compreensão
G6 · 6.1 + 6.2
0Ausente
Sem apoio intencional para resolução de problemas e pensamento crítico — Espera-se que os estudantes demonstrem resolução de problemas e pensamento crítico sem estrutura explícita, instrução ou estruturas de apoio. Nenhum modelo estruturado, estratégia ou ferramenta é fornecida para ajudar os aprendizes a desenvolver ou expressar habilidades de pensamento de ordem superior. Os estudantes devem contar com suas capacidades existentes sem apoio sistemático para o desenvolvimento de habilidades cognitivas.
1Incipiente
Os apoios ao pensamento crítico existem, mas não são implementados intencionalmente— Recursos, modelos estruturados ou ferramentas que poderiam apoiar a resolução de problemas e o pensamento crítico estão disponíveis no ambiente, mas não são usados sistematicamente ou integrados explicitamente às atividades de aprendizagem. Existem oportunidades para apoiar o pensamento de ordem superior, mas não são realizadas por meio de um desenho instrucional intencional.
2Integrado
Apoios intencionais básicos para resolução de problemas e pensamento crítico fornecidos — Os estudantes recebem algum apoio explícito e apoio para desenvolver e expressar habilidades de resolução de problemas e pensamento crítico. No entanto, os apoios geralmente são dirigidos pelo professor e têm alcance limitado. Modelos estruturados ou estratégias básicas são fornecidas com orientação, mas o suporte ao pensamento de ordem superior não é abrangente nem totalmente integrado entre contextos de aprendizagem.
3Estrutural
Apoios abrangentes e intencionais com etapas definidas e agência estudantil — Os estudantes têm acesso a múltiplos e sofisticados suportes para desenvolver e expressar habilidades de resolução de problemas e pensamento crítico. Modelos estruturados, ferramentas e estratégias abrangentes são sistematicamente integrados ao longo do aprendizado. Os estudantes podem acessar e usar apoios de pensamento de forma independente, além de desenvolver consciência metacognitiva de seus próprios processos de resolução de problemas e pensamento crítico.
15
O ambiente facilita a gestão de informações e recursos para alcançar os resultados de aprendizagem desejados
G6 · 6.3
0Ausente
Sem orientação para planejamento, desenvolvimento de estratégias ou definição de objetivos— Espera-se que os estudantes planejem suas atividades de expressão, desenvolvam estratégias e definam objetivos de forma independente, sem apoio ou orientação. Não são fornecidos modelos estruturados, ferramentas ou andaimes para ajudar os aprendizes a organizar sua abordagem para expressar compreensão. Os estudantes devem contar com sua habilidades de função executiva existentes sem apoio sistemático para planejamento e desenvolvimento de estratégias.
1Incipiente
Ferramentas de planejamento e estratégia existem, mas não são integradas — Recursos, modelos ou estruturas que poderiam apoiar planejamento, desenvolvimento de estratégias e definição de objetivos estão disponíveis no ambiente, mas não são sistematicamente oferecidos ou integrados às atividades de expressão. Existem oportunidades para apoiar habilidades de função executiva, mas não são realizadas por meio de um desenho instrucional intencional.
2Integrado
Opções básicas para planejamento, desenvolvimento de estratégias e definição de objetivos fornecidas — Os estudantes recebem alguma orientação explícita e apoio para planejar suas atividades de expressão, desenvolver estratégias e estabelecer metas. No entanto, os apoios geralmente são dirigidos pelo professor e têm alcance limitado. Modelos estruturados ou ferramentas básicos são fornecidas com orientação, mas o apoio para funções executivas não é abrangente nem totalmente integrado entre contextos de expressão.
3Estrutural
Opções abrangentes de planejamento e estratégia com etapas delimitadas e agência estudantil — Os estudantes têm acesso a múltiplas opções sofisticadas para planejamento, desenvolvimento de estratégias e definição de metas para atividades de expressão. Modelos estruturados, ferramentas e protocolos com etapas estruturadas são sistematicamente integrados ao longo das tarefas de expressão. Os estudantes podem acessar e usar apoios de planejamento de forma independente, além de desenvolver consciência metacognitiva de seus próprios processos de planejamento e desenvolvimento de estratégias.
16
Facilita a auto-monitoração do progresso dos estudantes
G6 · 6.4
0Ausente
Sem suporte ambiental para gestão de informação e recursos — O ambiente de aprendizagem não fornece sistemas, ferramentas ou estruturas para ajudar os estudantes a organizar, gerenciar ou acessar informações e recursos necessários para expressar compreensão. Os estudantes devem navegar de forma independente por paisagens complexas de informação e requisitos de recursos, sem estruturas ambientais ou sistemas de apoio organizacional.
1Incipiente
Existem ferramentas de gestão de informação e recursos, mas não são acessíveis ou integradas — O ambiente contém ferramentas, sistemas ou recursos que poderiam apoiar a gestão de informações e recursos, mas estes não são disponibilizados aos estudantes nem integrados às atividades de aprendizagem. Potenciais apoios ambientais para organização e gestão existem, mas permanecem inutilizados ou inacessíveis.
2Integrado
Apoios ambientais básicos para gestão de informações e recursos fornecidos — O ambiente de aprendizagem fornece alguns sistemas, ferramentas ou estruturas que ajudam os estudantes a organizar e gerenciar informações e recursos para expressar compreensão. No entanto, os apoios ambientais geralmente são simples e podem exigir orientação do professor para uso eficaz. Sistemas organizacionais básicos estão implementados, mas podem não ser abrangentes ou totalmente integrados.
3Estrutural
Sistemas ambientais abrangentes que facilitam de forma fluida a gestão de informações e recursos — O ambiente de aprendizagem oferece sistemas sofisticados e integrados que permitem aos estudantes organizar, acessar e gerenciar informações e recursos de forma eficiente de forma independente. Os apoios ambientais são abrangentes, intuitivos e integrados de forma fluida em todas as atividades de aprendizagem, permitindo que os estudantes se concentrem nos objetivos de aprendizagem em vez de nos desafios organizacionais.
Seção C · Itens 17 – 25 · Princípio: Engajamento
Atividades e Engajamento de Estudantes
Como a atividade e o ambiente engajam os estudantes
17
Promove a escolha e a autodeterminação do estudante em seu engajamento com o conteúdo
G7 · 7.1 + G9
0Ausente
Ausência de escolhas por parte do estudante ou autodeterminação no engajamento do conteúdo — Todas as atividades de aprendizagem são pré-determinadas e uniformes, sem oportunidades para os estudantes fazerem escolhas sobre como interagir com o conteúdo. Os estudantes seguem caminhos de aprendizagem idênticos, sem opções de personalização ou autodireção. A aprendizagem é totalmente controlada pelo professor, sem considerar interesses individuais, preferências ou tomada de decisão autônoma na exploração de conteúdo.
1Incipiente
Existem oportunidades de escolha e autodeterminação, mas não são promovidas ou acessíveis — Existem opções para escolha do aprendiz e autodeterminação no ambiente, mas os estudantes não são informados sobre elas nem incentivados a exercer autonomia. Existe potencial para engajamento personalizado com conteúdo, mas não é realizado por meio da promoção intencional da escolha e da autodeterminação.
2Integrado
Promoção básica da escolha do estudante e autodeterminação fornecida — Os estudantes têm algumas oportunidades para fazer escolhas sobre como se envolvem com o conteúdo e exercem a autodeterminação em seu aprendizado. No entanto, a promoção por escolha geralmente é dirigida pelo professor e limitada em escopo. Opções básicas para engajamento de conteúdo são fornecidas com orientação, mas a autonomia do estudante não é desenvolvida ou integrada de forma abrangente em todas as experiências de aprendizagem.
3Estrutural
Promoção abrangente da escolha e autodeterminação com plena autonomia do estudante— Os estudantes têm amplas oportunidades de exercer a escolha e a autodeterminação em todos os aspectos do engajamento com o conteúdo. Escolha e autonomia são sistematicamente promovidas e integradas ao longo das experiências de aprendizagem. Os estudantes demonstram habilidades sofisticadas de autodeterminação e podem tomar decisões informadas de forma independente sobre seu engajamento com o conteúdo, com base em seus interesses, objetivos e preferências de aprendizagem.
18
Oferece uma variedade de atividades relevantes para todos os estudantes
G7 · 7.2
0Ausente
Tipo único de atividade, sem consideração pela diversidade dos estudantes — Todos os estudantes participam de atividades idênticas, sem variação para diferentes estilos de aprendizagem, interesses, origens culturais ou capacidades. As atividades são uniformes e não acomodam as diversas necessidades, experiências ou preferências dos aprendizes. Não se da importância a garantir que as atividades sejam relevantes ou acessíveis para todo conjunto de estudsntes do ambiente.
1Incipiente
A variedade de atividades existe, mas não é relevante para todos os estudantes — Múltiplos tipos de atividades estão disponíveis no ambiente, mas não são projetadas ou selecionadas para serem relevantes para a diversidade de estudantes presentes. As atividades podem variar em formato, mas não acomodam diferentes origens culturais, interesses, preferências de aprendizagem ou necessidades de acessibilidade. Existe potencial para variedade relevante, mas não é realizado por meio do design inclusivo.
2Integrado
Variedade básica de atividades com alguma relevância para a diversidade dos estudantes — Os estudantes experimentam alguma variedade nos tipos de atividades, e esforços são feitos para garantir que as atividades sejam relevantes para pelo menos alguns dos diversos estudantes do ambiente. No entanto, a variedade de atividades geralmente é limitada em escopo e pode não abordar de forma consistente toda a diversidade dos estudantes. Dá-se alguma importância para diferentes origens, interesses e necessidades, mas esta não é abrangente ou sistemática.
3Estrutural
Variedade abrangente de atividades, sistematicamente projetadas para serem relevantes para todos os estudantes — Os estudantes experimentam uma grande variedade de tipos de atividades, intencionalmente projetadas para serem relevantes, acessíveis e envolventes para todo o conjunto de estudantes. As atividades acomodam sistematicamente diversas origens culturais, interesses, preferências de aprendizagem, idiomas, habilidades e experiências. A variedade é abrangente e garante que todos os estudantes possam encontrar maneiras relevantes e significativas de se envolver com o conteúdo.
19
Promove esforço e foco sustentados
G8 · 7.3
0Ausente
Audência de apoio para esforço e foco sustentados — Atividades de estudantes e ambiente não fornecem estruturas, estratégias ou apoios para ajudar os estudantes a manterem a atenção e persistir diante dos desafios. Espera-se que os estudantes sustentem o esforço de forma independente, sem estrutura para gerenciamento de atenção, manutenção da motivação ou desenvolvimento de foco. Não se considera fatores que possam distrair do aprendizado ou prejudicar o engajamento contínuo.
1Incipiente
Existem apoios para o esforço sustentado, mas não são utilizados — Ferramentas, estratégias ou recursos ambientais que poderiam promover esforço e foco sustentados estão presentes, mas não são ativamente implementados ou disponibilizados aos estudantes. Existe potencial para apoiar persistência e atenção, mas não é realizado por meio de design intencional ou implementação sistemática.
2Integrado
Promoção básica do esforço sustentado e foco fornecidos — Os estudantes recebem algum apoio para manter a atenção e persistir diante dos desafios de aprendizagem. No entanto, os apoios geralmente são dirigidos pelo professor e têm alcance limitado. Estratégias básicas para promover foco e esforço são implementadas com orientação, mas o suporte ao engajamento sustentado não é abrangente nem integrado de forma consistente em todos os contextos de aprendizagem.
3Estrutural
Promoção abrangente do esforço e foco sustentados com apoio sistemático — Os etudantes têm acesso a múltiplos apoios sofisticados para manter a atenção e persistir diante dos desafios de aprendizagem. O esforço e o foco sustentados são promovidos sistematicamente por meio do design ambiental, estratégias instrucionais e desenvolvimento de habilidades dos estudantes. Os estudantes podem acessar e usar de forma independente diversos apoios para manter o engajamento e demonstrar foco contínuo em diversos contextos de aprendizagem.
20
Incentiva o uso do planejamento estratégico pelos estudantes para completar tarefas instrucionais
G6 · 6.2 + G9 · 9.2
0Ausente
Sem incentivo ao planejamento estratégico — Espera-se que os estudantes completem tarefas instrucionais sem apoio explícito, instrução ou incentivo para usar abordagens de planejamento estratégico. Nenhuma estrutura, ferramenta ou orientação é fornecida para ajudar os aprendizes a desenvolver ou implementar estratégias de planejamento para a conclusão de tarefas. Os estudantes devem contar com habilidades de planejamento já existentes, sem incentivo sistemático ou estrutura para o desenvolvimento de abordagens estratégicas.
1Incipiente
Recursos de planejamento estratégico existem, mas não são incentivados ou promovidos — Ferramentas, estruturas ou recursos que poderiam apoiar o planejamento estratégico estão presentes no ambiente, mas os estudantes não são explicitamente incentivados a usá-los nem ensinados a valorizar a conclusão de tarefas. Existe potencial para o desenvolvimento do planejamento estratégico, mas não é realizado por meio de incentivo intencional ou promoção sistemática.
2Integrado
Incentivo básico ao planejamento estratégico fornecido — Os estudantes recebem algum incentivo explícito e apoio para usar abordagens de planejamento estratégico para completar tarefas instrucionais. No entanto, o incentivo geralmente é dirigido pelo professor e tem alcance limitado. Estratégias básicas de planejamento são promovidas com orientação, mas o incentivo ao planejamento estratégico não é abrangente nem consistentemente integrado em todos os contextos de aprendizagem.
3Estrutural
Incentivo abrangente ao planejamento estratégico com promoção sistemática e agência estudantil — Os estudantes são sistematicamente incentivados a desenvolver e utilizar abordagens de planejamento estratégico para todas as tarefas instrucionais. O planejamento estratégico é consistentemente promovido e valorizado ao longo das experiências de aprendizado. Os estudantes demonstram uso autônomo de estratégias de planejamento e podem selecionar e implementar de forma independente abordagens estratégicas apropriadas para diferentes tipos de tarefas.
21
Incentiva a colaboração e a comunicação entre os estudantes
G8 · 8.3
0Ausente
Ausência de incentivo à colaboração e à comunicação — As atividades de aprendizagem são projetadas apenas para trabalho individual, sem oportunidades ou incentivo para que os estudantes colaborem ou se comuniquem com colegas sobre o aprendizado. Os estudantes trabalham isoladamente, sem apoio para desenvolver habilidades colaborativas ou para se envolver em comunicação significativa entre pares sobre o conteúdo acadêmico. Nenhum reconhecimento do valor da interação entre colegas para aprendizado e engajamento.
1Incipiente
Existem oportunidades de colaboração e comunicação, mas não são incentivadas — Estruturas, ferramentas ou oportunidades que possam apoiar a colaboração e a comunicação entre os estudantes estão presentes no ambiente, mas os estudantes não são explicitamente incentivados a se envolver em trabalhos colaborativos ou comunicação entre pares. Existe potencial para interação significativa entre pares, mas não é realizado por meio de incentivo intencional ou promoção sistemática.
2Integrado
Incentivo básico à colaboração e comunicação — Os estudantes recebem algum incentivo explícito e oportunidades para colaborar e se comunicar com colegas sobre aprendizado. No entanto, o incentivo colaborativo geralmente é dirigido pelo professor e tem escopo limitado. Atividades colaborativas básicas são promovidas com orientação, mas o incentivo à colaboração e à comunicação não é abrangente nem consistentemente integrado em todos os contextos de aprendizagem.
3Estrutural
Incentivo abrangente à colaboração e comunicação com promoção sistemática e agência estudantil — Os estudantes são sistematicamente incentivados a colaborar e se comunicar com os colegas em todas as experiências de aprendizagem. Colaboração e comunicação são consistentemente promovidas e valorizadas como componentes essenciais do aprendizado. Os estudantes demonstram habilidades colaborativas autônomas e conseguem iniciar e manter de forma independente uma comunicação eficaz entre pares e trabalho colaborativo.
22
Suporta múltiplos níveis de desafio
G8 · 8.2
0Ausente
Nível único de desafio para todos os estudantes — Todos os estudantes devem enfrentar níveis de desafio idênticos, independentemente de sua preparação, experiência ou capacidade. Não há variação na dificuldade, complexidade ou demanda cognitiva para acomodar diferentes necessidades e habilidades do aprendiz. Estudantes que acham tarefas fáceis ou difíceis demais não recebem níveis alternativos de desafio ou apoio para o engajamento adequado.
1Incipiente
Existem múltiplos níveis de desafio, mas não são disponibilizados ou acessíveis — Diferentes níveis de desafio ou complexidade estão disponíveis no ambiente, mas os estudantes não recebem o apoio adequado para acessá-los nem orientação para selecionar níveis adequados. Existe potencial para desafios diferenciados, mas não é realizado por meio de apoio sistemático ou implementação intencional.
2Integrado
Apoio básico para múltiplos níveis de desafio fornecido — Os estudantes têm acesso a diferentes níveis de desafio com orientação do professor e apoio para selecionar níveis de dificuldade apropriados. No entanto, o apoio para níveis de desafio geralmente é dirigido pelo professor e limitado em escopo. A diferenciação básica no desafio é fornecida por meio de andaimes, mas o apoio para níveis variados de desafio não é abrangente nem integrado de forma consistente em todos os contextos de aprendizagem.
3Estrutural
Apoio abrangente para múltiplos níveis de desafio com otimização sistemática e agência do estudante — Os estudantes têm acesso a múltiplos níveis de desafio bem projetados, que são sistematicamente apoiados e otimizados para diferentes necessidades do estudante. A variação de desafios é abrangente e inclui andaimes e recursos adequados. Os estudantes podem selecionar e navegar de forma independente os níveis de desafio adequados, demonstrando engajamento autônomo com desafio ideal para seu crescimento e desenvolvimento individual.
23
Proporciona autorreflexão e autoavaliação
G9 · 9.3
0Ausente
Sem oportunidades para autorreflexão e autoavaliação — Os estudantes não têm oportunidades estruturadas para refletir sobre seu aprendizado, avaliar seu próprio progresso ou analisar seu trabalho e compreensão. Todas as avaliações são realizadas externamente, sem envolvimento dos estudantes nos processos de autoavaliação. Não são fornecidas ferramentas, prompts ou atividades para apoiar as capacidades de autorreflexão ou autoavaliação dos estudantes.
1Incipiente
Existem oportunidades de autorreflexão e autoavaliação, mas não são oferecidas ou facilitadas — Ferramentas, modelos estruturados ou atividades que poderiam apoiar a autorreflexão e a autoavaliação estão presentes no ambiente, mas os estudantes não têm acesso a elas nem orientação para usá-las de forma eficaz. Existe potencial para desenvolver capacidades de autoavaliação, mas não é realizado por meio de provisão sistemática ou implementação intencional.
2Integrado
Oferta básica de oportunidades de autorreflexão e autoavaliação — Os estudantes recebem algumas oportunidades estruturadas de autorreflexão e autoavaliação com orientação e apoio do professor. No entanto, a oferta de autoavaliação geralmente é dirigida pelo professor e limitada em escopo. Atividades básicas de autorreflexão e autoavaliação são fornecidas com andaimes, mas as oportunidades não são abrangentes nem integradas de forma consistente em todos os contextos de aprendizagem.
3Estrutural
Oferta abrangente de autorreflexão e autoavaliação com integração sistemática e agência do estudante — Os estudantes têm amplas e bem planejadas oportunidades de autorreflexão e autoavaliação, que são sistematicamente integradas em todas as experiências de aprendizagem. As oportunidades de autoavaliação são abrangentes e incluem estrutura e suporte adequados. Os estudantes podem se envolver de forma independente em uma autoavaliação e autorreflexão sofisticadas, demonstrando consciência metacognitiva autônoma e capacidades de autorregulação
24
Fornece monitoramento formativo de progresso e verificações de conteúdo
G6 · 6.3 + 6.4 + G9 · 9.3
0Ausente
Não há monitoramento formativo de progresso ou verificação de conteúdo — Os estudantes não recebem feedback em tempo real nem monitoramento de progresso durante as atividades de aprendizagem. A avaliação ocorre apenas ao final dos períodos de aprendizagem, sem verificações intermediárias de compreensão ou acompanhamento do progresso. Estudantes e professores não têm uma forma sistemática de monitorar o progresso da aprendizagem ou identificar áreas que precisam de apoio antes da avaliação somativa.
1Incipiente
Ferramentas de monitoramento formativo existem, mas não são fornecidas ou implementadas — Sistemas, ferramentas ou métodos para monitoramento formativo do progresso e verificações de conteúdo estão disponíveis no ambiente, mas não são ativamente fornecidos aos estudantes nem implementados sistematicamente. Existe potencial para monitoramento contínuo do progresso, mas não é realizado por meio de provisão consistente ou implementação regular.
2Integrado
Monitoramento formativo básico do progresso e verificação de conteúdo fornecidos — Os estudantes recebem algum feedback em tempo real e monitoramento do progresso durante as atividades de aprendizagem, com orientação do professor e implementação estruturada. No entanto, a oferta de monitoramento formativo é geralmente limitada em escopo e frequência. Verificações básicas de conteúdo e monitoramento de progresso são fornecidos com suporte, mas o monitoramento não é abrangente nem integrado de forma consistente em todos os contextos de aprendizagem.
3Estrutural
Monitoramento formativo abrangente do progresso e verificações de conteúdo com provisão sistemática e feedback em tempo real — Os estudantes recebem monitoramento formativo extenso e bem elaborado e verificações de conteúdo, que são oferecidas sistematicamente em todas as experiências de aprendizagem. O monitoramento do progresso é abrangente, frequente e inclui múltiplos formatos e abordagens. Os estudantes podem acessar feedback em tempo real e informações de progresso, permitindo ajustes imediatos e suporte para resultados ideais de aprendizagem.
25
Proporciona um encerramento que reitera grandes ideias e propósitos instrucionais
G8 · 8.1 + 8.4
0Ausente
Nenhum encerramento que reitere grandes ideias e propósitos instrucionais — Atividades de aprendizagem terminam abruptamente, sem resumir conceitos-chave, conectar com objetivos de aprendizagem ou reforçar ideias importantes. Os estudantes terminam tarefas ou lições sem um lembrete explícito do que deveriam aprender ou como as atividades se conectavam a objetivos maiores de aprendizagem. Não é fornecida nenhuma conclusão sistemática ou síntese de experiências de aprendizagem.
1Incipiente
Oportunidades de encerramento existem, mas grandes ideias e propósitos não são reiterados — Atividades estruturadas de fechamento ou oportunidades resumidas estão presentes, mas não reiteram explicitamente as grandes ideias, conceitos-chave ou propósitos instrucionais. Existe potencial para conclusão significativa, mas não é realizado por meio do reforço sistemático dos objetivos de aprendizagem e dos conceitos centrais.
2Integrado
Fechamento básico que reitera algumas grandes ideias e propósitos instrucionais — As experiências de aprendizagem incluem um fechamento estruturado que ocasionalmente reitera conceitos-chave e objetivos de aprendizagem com orientação do professor. No entanto, a provisão de fechamento geralmente é limitada em escopo e pode não reforçar consistentemente todas as grandes ideias ou se conectar claramente a fins instrucionais. Resumo básico e reforço fornecidos com suporte, mas o encerramento não é abrangente nem sistematicamente integrado.
3Estrutural
Fechamento abrangente que reitera sistematicamente grandes ideias e propósitos instrucionais com conexões claras e síntese— As experiências de aprendizagem consistentemente incluem um encerramento bem elaborado que reitera explicitamente todos os conceitos-chave, grandes ideias e propósitos instrucionais. O encerramento é abrangente, sistemático e inclui conexões claras entre atividades e objetivos de aprendizagem. Os estudantes podem identificar e articular de forma independente as grandes ideias e propósitos por meio de atividades sofisticadas de encerramento que promovem a síntese e a transferência.
ip.ia · Leitura de planos de trabalho docente · Versão portuguesa
ip.ia plano de trabalho docente
A ip.ia plano de trabalho docente adapta a ip.ia aula (leitura da aula observada) para a leitura formativa de materiais pedagógicos — neste piloto, planos de trabalho docente (PTD). Dez itens, três princípios — e, para cada item, uma devolutiva sobre como fortalecer o desenho.
Derivada da ip.ia aula, cujos itens e escala adaptam Basham, Gardner & Smith (2020), Measuring the Implementation of UDL in Classrooms and Schools: Initial Field Test Results. As rubricas dos dois instrumentos são proposta original do ip.ia. Instrumento de leitura formativa — não classificatório. Proposta inicial, aberta a calibração.
Itens10 itens · 3 princípios
Níveis de leitura0 · 1 · 2 · 3
Origemip.ia aula (25 itens)
FunçãoLeitura + devolutiva
Leitura formativa. uma leitura que serve para fortalecer o desenho do plano e oferecer devolutiva ao docente, e não para julgar ou classificar. Tudo o que a ferramenta produz é insumo para a conversa formativa, não veredito.
01 · A mudança de objeto
Por que adaptar — e o que muda
A ip.ia aula foi construída para ler o que acontece numa aula observada. Um plano não pode demonstrar que algo ocorreu; pode apenas desenhar a possibilidade de ocorrer. Essa é a mudança central de objeto, e ela reorganiza a escala.
Na ip.ia aula (observação)
O nível 3 significa “o DUA está acontecendo de forma dinâmica, com o estudante no controle, em tempo real”. A ferramenta lê evidências de sala de aula.
Na ip.ia plano (materiais)
O nível 3 significa “o desenho torna o DUA o caminho padrão — a escolha é do estudante, está nos critérios de avaliação e é sustentada ao longo da UC”. A ferramenta lê intenção estruturada.
Disso nasce o critério mais útil para devolutiva: nestes PTDs, muito do DUA aparece nas “dicas para o docente” — ou seja, como sugestão opcional. Mover esse desenho das dicas para o corpo da atividade e os critérios de avaliação é, quase sempre, o salto de 2 para 3.
Os quatro níveis, relidos para planos
A mesma escala da ip.ia aula, aplicada a um objeto que não age: o plano não demonstra que algo ocorreu — desenha a possibilidade de ocorrer.
0
Ausente
O DUA não aparece no plano para este item. Percurso único, formato fixo, sem alternativas ou apoios.
1
Incipiente
O DUA aparece de forma pontual ou genérica — citado nas Orientações Gerais ou em uma “dica para o docente” isolada, sem ancorar em atividades concretas. É intenção declarada, ainda não desenho.
2
Integrado
O DUA é previsto de forma explícita e recorrente dentro das atividades, com ao menos duas alternativas concretas. Ainda depende da condução do docente e raramente entra nos critérios de avaliação.
3
Estrutural
O DUA é constitutivo do desenho: a escolha é do estudante, consta dos instrumentos e critérios de avaliação e é sustentada ao longo de toda a UC. O plano torna o DUA o caminho padrão, não a exceção.
02 · O instrumento
Os dez itens
Os 25 itens da ip.ia aula foram condensados em 10, preservando o equilíbrio entre os três princípios e mantendo o mapeamento de origem (a tag “← ip.ia aula …” em cada item) para que a arquitetura de calibração e a Biblioteca de Exemplares permaneçam coerentes. Cada item traz: o que a ferramenta lê no plano, os quatro níveis e a devolutiva ao docente. As sugestões em “como fortalecer” são exemplares, não exaustivas — pontos de partida que cada grupo de formação pode estender conforme o contexto e a turma.
Princípio I · Itens P1 – P3
Representação
Como o conteúdo é apresentado para múltiplas formas de acesso
P1
Múltiplas modalidades de apresentação do conteúdo
← ip.ia aula 01 · 02 · 03 (G1)
O que a ferramenta lê no plano
A ferramenta procura se o mesmo conteúdo é oferecido por mais de uma via — exposição verbal apoiada por recurso visual, texto além da fala, vídeo com apoio escrito, autodescrição, legendas/transcrições. Tipicamente lido em Detalhamento das atividades e Recursos didáticos.
0Ausente
Conteúdo apresentado por uma via só (apenas exposição, apenas PPT, apenas texto).
1Incipiente
Menção genérica a “usar recursos variados”, sem dizer em quais atividades nem quais vias.
2Integrado
Atividades específicas trazem o mesmo conteúdo em ≥2 modalidades (ex.: explicação falada + slide com palavras-chave + ficha escrita).
3Estrutural
A apresentação do conteúdo por múltiplas vias é padrão em todas as situações de aprendizagem, e o estudante pode escolher por qual via acessar.
Como fortalecer — devolutiva ao docente
Nomear, por atividade, as duas vias de acesso ao mesmo conteúdo (não deixar como recomendação geral).
Garantir que uma das vias seja não visual — texto lido em voz alta, autodescrição, material tátil — e não apenas mais um recurso visual: é isso que o item 03 da ip.ia aula lê, e o que costuma faltar.
Garantir que todo vídeo tenha apoio textual e toda exposição tenha apoio visual com palavras-chave.
Incluir autodescrição/legenda quando houver apresentação oral ou audiovisual.
P2
Esclarecimento de vocabulário, símbolos e conceitos-chave
← ip.ia aula 07 · 08 · 09 (G2)
O que a ferramenta lê no plano
A ferramenta procura se o plano antecipa os termos técnicos e os define com exemplos contextualizados, e se prevê apoios para o estudante esclarecer dúvidas por conta própria. Tipicamente lido nos Conhecimentos e no corpo das atividades.
0Ausente
Termos técnicos (escopo, persona, SMART, CSD…) usados sem qualquer apoio à compreensão.
1Incipiente
Alguns termos explicados de forma solta, sem sistematicidade.
2Integrado
Conceitos-chave definidos com exemplos do cotidiano e do mundo do trabalho de forma sistemática (estes PTDs fazem bastante isso).
3Estrutural
Além de definir, o plano oferece apoios de esclarecimento autodirigido — glossário consultável, “em caso de dúvida, consulte X” — e linguagem acessível por padrão.
Como fortalecer — devolutiva ao docente
Incluir um mini-glossário por situação de aprendizagem, em formato consultável (não só na fala do docente).
Marcar quais termos costumam gerar mais dúvida e oferecer uma segunda explicação por outra via.
Sinalizar termos que podem precisar de tradução/contextualização para turmas multilíngues (ver item parqueado ip.ia aula 04).
P3
Ativação de conhecimento prévio e conexões
← ip.ia aula 05 · 06 (G3)
O que a ferramenta lê no plano
A ferramenta procura se o plano levanta o que a turma já sabe antes de introduzir o conceito, conecta ideias entre si e ao mundo do trabalho/Projeto Integrador, e prevê níveis diferentes de profundidade. Tipicamente lido na abertura das aulas e nas retomadas.
0Ausente
Conteúdo introduzido num nível único, sem diagnóstico nem retomada do que já se sabe.
1Incipiente
Retomada genérica (“relembre a aula anterior”), sem ativar repertório real.
2Integrado
O plano ativa repertório (levantamento prévio, retomada do não presencial) e conecta com o contexto profissional de forma recorrente.
3Estrutural
Prevê percursos para diferentes níveis de prontidão (apoio para quem precisa, aprofundamento para quem avança) e torna explícitas as grandes ideias e a transferência.
Como fortalecer — devolutiva ao docente
Abrir cada situação de aprendizagem com um momento diagnóstico do repertório da turma.
Oferecer uma “trilha de apoio” e uma “trilha de aprofundamento” para a mesma tarefa.
Tornar explícita, a cada conceito, a ponte com o Projeto Integrador e com a prática profissional.
Princípio II · Itens P4 – P6
Ação & Expressão
Como o estudante demonstra e constrói o que aprendeu
P4
Múltiplas formas de expressar o entendimento
← ip.ia aula 10 · 11 · 12 (G4 · G5)
O que a ferramenta lê no plano
A ferramenta procura se o estudante pode demonstrar a aprendizagem por vias diferentes — texto, áudio, mapa mental/conceitual, desenho, oral, vídeo — e se há ferramentas para isso. Tipicamente lido nas Atividades, nas dicas para o docente e nos Instrumentos de Avaliação.
0Ausente
Produto único e fixo (só prova escrita, só relatório).
1Incipiente
“Pode ser de várias formas” mencionado uma vez, de modo vago.
2Integrado
Atividades específicas listam ≥2 formatos concretos de produção (ex.: “texto, mapa conceitual ou áudio”). Forte nestes PTDs — mas geralmente como dica.
3Estrutural
A escolha do formato é do estudante, consta dos instrumentos de avaliação, e o plano desenvolve a fluência nessas opções ao longo da UC.
Como fortalecer — devolutiva ao docente
O salto mais valioso nestes planos: mover as opções de expressão das “dicas para o docente” para o corpo da atividade e para os critérios de avaliação.
Garantir que o checklist/instrumento aceite explicitamente o formato escolhido (texto, áudio, mapa, vídeo) com critérios equivalentes.
Sequenciar para que o estudante ganhe domínio progressivo dos formatos, em vez de escolher sempre o mesmo por falta de prática.
P5
Apoio à resolução de problemas e ao pensamento crítico
← ip.ia aula 13 (G3 · 3.2)
O que a ferramenta lê no plano
A ferramenta procura se o plano oferece andaimes graduados para o raciocínio — modelagem de um exemplo, depois prática guiada, depois autônoma — e ferramentas analíticas (5 porquês, matriz CSD, matrizes de decisão). Tipicamente lido nas etapas das atividades.
Nota de ancoragem — decisão registrada
O item 13 da ip.ia aula, de onde P5 deriva, é ancorado pelo artigo em G3 · 3.2 — ou seja, no princípio da Representação. Aqui ele foi mantido em Ação & Expressão, porque o que P5 lê é o andaime graduado que desvanece (exemplo coletivo → guiado → autônomo), que corresponde a construir fluência com níveis graduados de apoio (5.3), e não a destacar padrões e grandes ideias (3.2). A tag preserva a ancoragem da fonte; o deslocamento de princípio é decisão do ip.ia, registrada aqui e aberta a revisão.
0Ausente
Espera-se que o estudante analise/resolva sem qualquer apoio estruturado.
1Incipiente
Ferramenta de análise citada, mas sem andaime de uso.
2Integrado
O plano modela um exemplo coletivo e depois aplica ao problema do grupo (estes PTDs fazem).
3Estrutural
O apoio é graduado e desvanece (exemplo coletivo → guiado → autônomo), com critérios explícitos do que caracteriza uma boa análise.
Como fortalecer — devolutiva ao docente
Tornar visível a gradação: o que o docente faz junto, o que o grupo faz com apoio, o que faz sozinho.
Explicitar critérios de qualidade do raciocínio (o que diferencia uma causa-raiz de um sintoma, p.ex.).
Prever um “e se travar?” — apoio adicional para quem não avança, sem entregar a resposta.
P6
Funções executivas: metas, planejamento e automonitoramento
← ip.ia aula 14 · 15 · 16 · 20 (G6 · G9)
O que a ferramenta lê no plano
A ferramenta procura se o plano leva o estudante a definir objetivos, planejar, organizar recursos e monitorar o próprio progresso. Tipicamente lido nas atividades de planejamento (SMART, plano de ação, cronograma) e nos instrumentos de acompanhamento.
0Ausente
Sem apoio a metas, planejamento ou monitoramento — o estudante apenas executa tarefas.
1Incipiente
Planejamento mencionado, não operacionalizado.
2Integrado
O plano inclui definição de metas e planejamento estruturados (SMART, plano de ação, Canvas) de forma recorrente.
3Estrutural
Inclui também instrumentos de automonitoramento pelo estudante — checklist do próprio progresso, diário de bordo — integrados ao percurso.
Como fortalecer — devolutiva ao docente
Dar ao estudante um instrumento para acompanhar o próprio progresso (não só o docente acompanhar).
Generalizar o diário de bordo da UC 1 como exemplar de autorregulação para as demais UCs.
Pedir que o estudante registre, ao definir a meta, como saberá que a alcançou.
Princípio III · Itens P7 – P10
Engajamento
Como o plano recruta, sustenta e devolve o interesse ao estudante
P7
Escolha, autonomia e relevância autêntica
← ip.ia aula 17 · 18 · 19 (G7 · G8 · G9)
O que a ferramenta lê no plano
A ferramenta procura se o estudante faz escolhas reais (problema, organização, ferramenta, formato) e se as atividades se ancoram em contexto autêntico e no Projeto Integrador. Tipicamente lido na descrição das situações de aprendizagem.
0Ausente
Percurso único, sem escolha do estudante, e descontextualizado.
1Incipiente
Relevância afirmada genericamente (“é importante para o mercado”), sem ancoragem concreta.
2Integrado
Há escolhas reais e forte ancoragem no mundo do trabalho/PI de forma recorrente (escolher o problema, a empresa, a ferramenta).
3Estrutural
A escolha é estruturada e significativa em pontos-chave, cada etapa é conectada explicitamente ao propósito/PI, e a variedade de atividades atende à variabilidade da turma.
Como fortalecer — devolutiva ao docente
Tornar as escolhas intencionais e visíveis (não acidentais): nomear onde o estudante escolhe e entre quais opções equivalentes.
Oferecer um “cardápio” de caminhos equivalentes para a mesma aprendizagem.
Explicitar, no início de cada atividade, por que ela importa para o estudante e para o PI.
P8
Colaboração e comunicação estruturadas
← ip.ia aula 21 (G8 · 8.3)
O que a ferramenta lê no plano
A ferramenta procura se o plano estrutura o trabalho conjunto — grupos/duplas com finalidade clara, papéis, escuta ativa, protocolos de feedback entre pares. Tipicamente lido nas etapas em grupo e nos fechamentos.
0Ausente
Trabalho individual isolado, sem interação prevista.
1Incipiente
“Em grupos” mencionado, sem estrutura, papéis ou finalidade.
2Integrado
Colaboração recorrente com finalidade clara (grupos, duplas, socialização das produções).
3Estrutural
A colaboração é estruturada: papéis definidos, protocolos de escuta e de feedback entre pares previstos (ex.: “Que bom, Que pena, Que tal”).
Como fortalecer — devolutiva ao docente
Nomear papéis dentro do grupo e rotacioná-los ao longo da UC.
Padronizar o protocolo de feedback entre pares — o “Que bom, Que pena, Que tal” da UC 2 é um exemplar a generalizar.
Prever como se garante a participação de todos, não só dos mais comunicativos.
P9
Níveis de desafio, autorreflexão e monitoramento formativo
← ip.ia aula 22 · 23 · 24 (G6 · G8 · G9)
O que a ferramenta lê no plano
A ferramenta procura se a avaliação é formativa e processual na prática, se há níveis de desafio ajustáveis, autoavaliação do estudante e verificações de compreensão ao longo do percurso. Tipicamente lido em Procedimentos e Instrumentos de Avaliação.
0Ausente
Avaliação única e somativa, sem reflexão nem verificações ao longo do caminho.
1Incipiente
“Avaliação formativa” afirmada, mas sem instrumento que a operacionalize.
2Integrado
Avaliação formativa operacionalizada (instrumentos processuais, registros reflexivos). Estes PTDs afirmam o caráter formativo.
3Estrutural
Inclui autoavaliação estruturada do estudante + tarefas em níveis de desafio + verificações formativas frequentes e integradas.
Como fortalecer — devolutiva ao docente
Adicionar um instrumento de autoavaliação do estudante (não só registro reflexivo livre): uma rubrica simples que ele aplica a si.
Oferecer versões de maior e menor desafio da mesma tarefa, com o mesmo objetivo de aprendizagem.
Distinguir, no texto do plano, “valorizar o processo” (afirmado) de como isso é medido (operacionalizar).
P10
Encerramento que retoma grandes ideias e propósito
← ip.ia aula 25 (G8 · 8.1 + 8.4)
O que a ferramenta lê no plano
A ferramenta procura se cada aula/situação tem um fechamento que retoma objetivos, conecta ao propósito e ao próximo passo, e evidencia a transferência ao trabalho. Tipicamente lido nas atividades finais de cada aula.
0Ausente
A aula termina sem fechamento (acaba na última atividade).
1Incipiente
Fechamento genérico (“recapitule o que foi visto”).
2Integrado
Fechamento previsto, com retomada de objetivos e perguntas de síntese (UC 1 e UC 2 fazem; UC 11 e UC 12, não).
3Estrutural
O fechamento conecta as grandes ideias, o propósito da UC/PI e a transferência ao trabalho, de forma consistente em todas as aulas.
Como fortalecer — devolutiva ao docente
Incluir um bloco de fechamento padronizado em toda aula: retoma o objetivo + a grande ideia + a ponte para a próxima aula + a aplicação no trabalho.
Fechar com uma pergunta de transferência (“onde isso aparece numa empresa real?”).
Garantir que o fechamento seja do estudante (o que ele conclui), não só do docente.
03 · Desenho e realização
Como os escores das duas ferramentas dialogam
A ip.ia plano lê o plano (a intenção desenhada); a ip.ia aula lê a aula observada (a prática realizada). Os dois escores não são redundantes: formam um par desenho → realização, e é a distância entre eles que carrega a informação formativa mais rica.
Mesma régua, dois objetos
Ambas operacionalizam a mesma matriz CAST 2.2 e a mesma escala 0–3, e cada item da ip.ia plano carrega a tag ← ip.ia aula que aponta o(s) item(ns) de origem. Isso torna os escores comparáveis em construto e direção.
Mas eles não são intercambiáveis. Na ip.ia plano, o nível 3 lê desenho — “o plano torna o DUA o caminho padrão”. Na ip.ia aula, o nível 3 lê comportamento — “o DUA acontece, dinâmico, com o estudante no controle”. É a mesma régua aplicada a dois objetos diferentes. Logo: alinhados, não idênticos — e a comparação é mais firme no nível do princípio do que item a item, dada a granularidade ordinal.
Cruzando os dois eixos, cada item (ou princípio) cai em um de quatro quadrantes — e cada quadrante pede um tipo diferente de ação.
ip.ia aula · prática observada →
plano baixo · aula alta
Prática tácita
A docente realiza um DUA que o plano não prescrevia — expertise que mora na pessoa, não no material.
AlavancaCapturar a prática e formalizá-la no PTD — ou rever se a leitura do plano subcreditou o desenho.
plano alto · aula alta
Coerência realizada
O plano previa o DUA e a aula o realizou. É o estado-alvo.
AlavancaSustentar e transformar em exemplar para a Biblioteca de Exemplares.
plano baixo · aula baixa
Ausência convergente
Nem desenhado, nem realizado. O princípio simplesmente não está presente.
AlavancaDesenhar primeiro no plano; depois apoiar a execução. Prioridade.
plano alto · aula baixa
Lacuna de implementação
O plano oferecia o caminho; a aula não o percorreu. Não é problema de desenho.
AlavancaApoio à execução — grupo de formação, modelagem, tornar visível a “dica” que se perdeu na hora.
ip.ia plano · desenho do plano →
Exemplo hipotético: a UC 2 foi lida em P4 = 2 (oferece formas múltiplas de expressão, mas nas “dicas para o docente”). Se a observação da mesma aula registrar os estudantes produzindo só em texto, a ip.ia aula lê 1 — quadrante lacuna de implementação, e a alavanca é a execução, não o redesenho. Se registrar estudantes escolhendo áudio e mapas, lê 3 — coerência realizada.
A lacuna como sinal de calibração
A diferença com sinal entre os dois escores, por princípio, é uma leitura da realização do desenho:
aula < plano — o desenho não sobrevive ao contato com a aula (foco na execução).
aula > plano — há prática tácita não capturada no plano (foco em formalizar).
aula ≈ plano — desenho e prática conversam (foco em sustentar e elevar juntos).
Esse par pode — e deve — ser cruzado com a autoavaliação da própria docente, eixo central do projeto. Quando a docente se lê alta, mas plano e prática se leem mais baixos, é exatamente aí que está o alvo de calibração da autopercepção — não como julgamento, mas como ponto de partida da conversa formativa.
Sobre a quantificação — com parcimônia
As leituras são ordinais (0–3) e, num piloto, de n pequeno. Trate as diferenças de forma descritiva: direção do gap, posição no quadrante e leitura por princípio (mais estável que item a item). Com volume de leituras pareadas, faz sentido olhar concordância (p.ex. kappa ponderado) e associação (Spearman) entre desenho e prática — mas como verificação posterior, não como o produto. O produto formativo é a conversa que o quadrante organiza, não o número.
Onde isso entra no fluxo
O par desenho–prática é o material natural de um grupo de formação: o quadrante nomeia o tipo de conversa que cada item pede — sustentar, capturar, apoiar a execução ou desenhar. Alimenta diretamente a análise de divergência/convergência e a Biblioteca de Exemplares: a coerência realizada rende exemplares; a prática tácita rende candidatos a captura para o PTD de referência.
04 · Dos 25 itens aos 10
Cobertura
Como os 25 itens da ip.ia aula foram condensados nos 10 itens da ip.ia plano. Cada pastilha numerada referencia o item original da ip.ia aula; as colunas agrupam por princípio.
Princípio IRepresentação
P1
010203
P2
070809
P3
0506
Princípio IIAção & Expressão
P4
101112
P5
13
P6
14151620
Princípio IIIEngajamento
P7
171819
P8
21
P9
222324
P10
25
não mapeado04item de múltiplos idiomas — opcional, ativado em turmas multilíngues.
24 de 25 itens da ip.ia aula incorporados nos 10 itens da ip.ia plano.